Léo Áquilla critica igrejas evangélicas e prega união política pela causa trans e por liberdade religiosa
A ativista e influenciadora Léo Áquilla proferiu um discurso de forte teor político e religioso em um evento que, aparentemente, reuniu praticantes de religiões de matriz africana. Em uma gravação divulgada neste domingo (14), Léo Áquilla declarou que a comunidade está imersa em uma "guerra contra o mal" e direcionou críticas à "bancada da Bíblia", relacionando o grupo à discriminação religiosa.
Durante sua manifestação, Léo Áquilla defendeu o aumento da participação política de minorias e dos adeptos de religiões afro-brasileiras. A influenciadora argumentou que a ausência de representatividade abre margem para ataques à liberdade de crença. Em suas palavras, ela afirmou: “Quem não se representa é representado. Quem não governa é governado”.
A influenciadora ainda encorajou a ocupação de postos de poder e salientou que a comunidade não deve depender do apoio de políticos que não a representam. Léo Áquilla reforçou a importância da auto representação e da proatividade na busca por seus próprios interesses.
Encerrando sua fala, Léo Áquilla expressou sua convicção na vitória da luta por direitos e pelo respeito à diversidade religiosa, transmitindo uma mensagem de resistência e esperança. “Ninguém vai matar a gente”, afirmou ela, demonstrando a força e a determinação da comunidade em sua jornada.
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