Novas evidências apontam para um esquema envolvendo chefes de órgãos de preservação do patrimônio histórico em Minas Gerais com o objetivo de reverter o tombamento da Serra da Piedade, em Caeté, e assim liberar a área para exploração minerária. As informações constam em um relatório sigiloso produzido pela Polícia Federal, resultado da análise de mensagens de celular da ex-superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no estado, investigada na Operação Rejeito. O documento detalha contatos e a intermediação de reuniões entre a ex-superintendente, empresários e servidores públicos estaduais, ocorridos entre 2023 e 2025, para discutir a viabilidade da proposta.

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