A sensação de que a fatura de energia elétrica sobe sem grandes alterações na rotina dos brasileiros ganha um reforço concreto com o sistema de bandeiras tarifárias em vigor. Desde setembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantém a bandeira tarifária no patamar vermelho, o que acarreta uma cobrança extra repassada diretamente para as residências. Em outubro, o país esteve sob a bandeira vermelha nível 1, um pouco mais branda que no mês anterior, mas ainda adicionando um custo de aproximadamente R$ 4,46 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. Nesse cenário de custos adicionais, cada unidade de energia economizada se torna crucial, e o primeiro passo para o alívio no orçamento mensal é identificar quais equipamentos exercem maior pressão sobre o medidor.